Casos e decisões clínicas
Discuta os casos que acompanha e as dúvidas que surgem na prática. A reflexão em grupo ajuda a ponderar decisões com o contributo de outros profissionais.

Intervisão de profissionais em psicologia e psicomotricidade
No Projeto SER, a intervisão permite pensar a prática clínica em conjunto com profissionais da mesma área.
Ao discutir casos e dúvidas com pares, cada profissional encontra outras perspetivas para compreender o seu trabalho e tomar decisões clínicas mais informadas.
Os grupos de psicologia e de psicomotricidade reúnem-se separadamente, num espaço de partilha confidencial e orientado para a prática.
A intervisão reúne profissionais da mesma área para refletirem em conjunto sobre a prática clínica. No Projeto SER, há um grupo de psicólogos e outro de psicomotricistas, ambos dirigidos a quem exerce clinicamente.
Em cada sessão, o grupo discute um caso e explora diferentes formas de o compreender e acompanhar. Um mediador organiza a conversa, num ambiente confidencial, e todos contribuem com a sua experiência.
Discuta os casos que acompanha e as dúvidas que surgem na prática. A reflexão em grupo ajuda a ponderar decisões com o contributo de outros profissionais.
Explore diferentes formas de compreender um caso e de orientar o acompanhamento, a partir das questões e experiências partilhadas pelo grupo.
Partilhe a sua experiência com profissionais da mesma área e conheça outras abordagens, num espaço confidencial em que todos contribuem.
Reflita sobre o que sustenta as suas hipóteses e decisões. As perguntas dos pares ajudam a rever pressupostos e a considerar outros pontos de vista.
As sessões decorrem online, uma vez por mês, de outubro a junho, em horário pós-laboral. O calendário de cada edição é divulgado em setembro.
Cada sessão dura cerca de 90 minutos e parte de um caso clínico preparado por um participante. O grupo discute-o em conjunto e constrói diferentes hipóteses de compreensão e intervenção.
Pode participar em todo o ciclo ou numa sessão pontual, mediante disponibilidade. Apresentar um caso não é obrigatório, mas a participação ativa de todos enriquece a discussão.
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E onde encontrar as respostas para o seu caso
Não é obrigatório. Procuramos que exista uma participação equilibrada entre todos os elementos, com rotatividade na apresentação de casos - é isso que enriquece a experiência do grupo.
Quem escuta leva quase sempre alguma coisa para os seus próprios casos.
Seja na supervisão individual ou na intervisão em grupo, ajudamos a esclarecer as suas dúvidas e a perceber o que faz mais sentido para si. O primeiro passo é uma conversa - a partir daí, definimos juntos o caminho.